terça-feira, 23 de abril de 2013

Conferência Nacional de Educação: CONAE


Conferência Nacional de Educação dará continuidade ao debate do PNE reforçando SNE
No calor do debate e mobilização do movimento estudantil e educacional em torno da aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE), começam os preparativos para a II Conferência Nacional de Educação (II CONAE), marcada para acontecer entre os dias 17 e 21 de fevereiro de 2014, em Brasília. A primeira conferência, realizada em 2010, aprovou um texto que serviu de base para a elaboração do atual PNE, atualmente em tramitação no congresso Nacional.
Para 2014, o tema central da conferência será “O PNE na articulação do Sistema Nacional de Educação: Participação Popular, Cooperação Federativa e Regime de Colaboração”, e a expectativa do encontro, que reunirá diversas entidades e movimentos sociais, é oferecer espaço para deliberações que possam resultar na elaboração de um conjunto de propostas para subsidiar a efetivação e a implementação do Plano Nacional de Educação, no contexto da construção desse sistema.
A UNE e a UBEs participam do Fórum Nacional de Educação (FNE), responsável por encaminhar as deliberações da I CONAE e acompanhar a construção do PNE. “Estamos colocando uma linha de continuidade do debate para essa próxima edição da CONAE. Em 2010, a conferência cumpriu o importante papel de retomar as articulações do movimento educacional a partir do PNE, para 2014 não vamos mais discutir o conteúdo do plano, mas sim como daremos um passo a mais na formulação de políticas e na estruturação do SNE”, explicou o diretor de políticas educacionais da UNE, Estevão Cruz.
Essa diretriz que norteará o debate da II CONAE foi definida no dia 19 de outubro com a aprovação pelo FNE de um documento. O FNE destaca, na apresentação do mesmo documento que a “II CONAE será um espaço democrático de construção de acordos entre atores sociais, que, expressando valores e posições diferenciados sobre os aspectos culturais, políticos, econômicos, apontará renovadas perspectivas para a organização da educação nacional e a consolidação do novo PNE, fruto do movimento desencadeado pela I Conae, ao indicar ações e estratégias concretas para as políticas de Estado de educação básica e superior, assentadas na defesa da construção do Sistema Nacional de Educação e na regulamentação do regime de colaboração entre os entes federados”.
A II CONAE será lançada oficialmente no dia 19 de novembro. Mais informações aqui.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

“Municípios Fortes, Brasil Sustentável”


O Encontro Nacional com Novos Prefeitos e Prefeitas tem como objetivo subsidiar os gestores municipais com informações sobre programas e ações federais que ajudarão a iniciar os mandatos, ou dar continuidade à gestão municipal com foco no desenvolvimento sustentável. O evento, cujo tema é “Municípios Fortes, Brasil Sustentável”, irá reunir os principais Ministérios e órgãos do Governo Federal para apresentarem suas políticas, divididas em quatro eixos: desenvolvimento social, desenvolvimento econômico, desenvolvimento ambiental e urbano, e participação social e cidadania.
A iniciativa faz parte das ações de apoio à gestão local e garante a continuidade do diálogo direto e republicano entre Governo Federal e governos municipais que teve início em 2003, com a criação do Comitê de Articulação Federativa - CAF. Esse diálogo assegurou importantes conquistas e benefícios para os Municípios.
Além de apresentar os principais programas do Governo Federal executados em parceria com os governos municipais, como Brasil sem Miséria, PAC II, Política Nacional de Saneamento e de Resíduos Sólidos, entre outros, o evento irá oferecer oficinas técnicas sobre o sistema de convênios e outros instrumentos de modernização administrativa, e apresentar boas práticas de municípios e consórcios públicos intermunicipais em diversas áreas. Também foram organizadas publicações como: orientações para e início de mandato, catálogo de programas federais que podem ser acessados pelas prefeituras e revista sobre os programas e ações do Governo Federal.

ACESSE:

http://encontrocomprefeitos.portalfederativo.gov.br/principal.php

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Lei do Piso


Nota da CNTE sobre Adin contra a Lei do Piso

Governadores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Goiás, Piauí e Roraima querem impedir reajuste
No mesmo dia em que os movimentos sociais comemoraram a derrubada do recurso que impedia a tramitação ordinária do PNE no Senado Federal, e em que a CNTE e a CUT realizaram a 6ª Marcha Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública, foi publicada no Diário Oficial de Justiça a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIn) nº 4.848 contra o art. 5º da Lei 11.738, que trata da atualização monetária anual do piso nacional do magistério. Subscrevem a referida ação os governadores dos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Goiás, Piauí e Roraima - os novos ?e velhos? Inimigos da Educação, Traidores da Escola Pública.
A CNTE lamenta, profundamente, a atitude leviana dos governadores que abdicam do debate democrático em torno da valorização dos profissionais da educação, para continuar a tumultuar o processo de implementação integral do piso no país, além de tentar rebaixar os objetivos da Lei Federal.
Cabe informar que, nesse exato momento, o Congresso Nacional discute alternativas para a alteração do critério de reajuste do piso do magistério, mantendo-o porém atrelado à meta 17 do PNE, que prevê equiparar a remuneração média do magistério à de outros profissionais - hoje a diferença é de 40%. O mesmo debate pretende ampliar a complementação da União ao piso, à luz de diretrizes nacionais para a carreira dos profissionais da educação.
Vale destacar que ao contrário do que alega os Governadores, não é a União quem dita aleatoriamente o índice de atualização do piso. O mecanismo associa-se ao Fundeb, que conta com recursos dos estados e mais a perspectiva de complementação da União ao piso. Portanto, o mecanismo possui sustentação financeira. Ocorre que, transcorridos 4 anos de vidência da Lei, nenhum ente federado comprovou cabalmente a incapacidade de pagar o piso. O que se vê Brasil afora são redes públicas de ensino extremamente desorganizadas, inchadas e com desvios de dinheiro da educação que tornam o piso impagável na carreira do magistério.
A nova Adin dos governadores, além de afrontar a luta dos trabalhadores e da sociedade por uma educação pública de qualidade e com profissionais valorizados, despreza a importância do debate cooperativo entre os entes federados para cumprir as exigências do piso, e por isso a mesma merece o nosso repúdio. Desde já a CNTE compromete-se a mobilizar sua base social e a arregimentar todas as formas de lutas para combater mais essa investida de gestores públicos contra o direito à educação de qualidade e à valorização de seus profissionais.
Acesse aqui a ADI nº 4.848.

Site oficial da CNTE: www.cnte.org.br
Informações para a imprensa
Frisson Comunicação
(61) 3964-8104, 9248-7189, 9213-7282
imprensa@frisson.com.br
Sugestão de fonte para entrevista
Roberto Franklin de Leão - Presidente da CNTE
 
  

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

SOBRE O PRONATEC


O Pronatec é um conjunto de ações que visam a ampliar a oferta de vagas na Educação Profissional. O programa visa expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos de Educação Profissional Técnica de nível médio e de cursos e programas de formação inicial e continuada de trabalhadores; contribuir para a melhoria da qualidade do Ensino Médio Público, por meio da Educação Profissional; e ampliar as oportunidades educacionais por meio do incremento da formação profissional.

Os cursos são oferecidos através da concomitância, ou seja, o aluno faz o ensino médio regular em um turno e o curso técnico em outro. O cadastro não garante a vaga no curso pretendido, pois o candidato ainda passará por um processo classificatório de acordo com o desempenho do SAERJINHO 1º bimestre de 2012. É imprescindível que o aluno tenha CPF próprio. O abandono do Ensino Médio implicará na perda da vaga co Curso Técnico.

É de responsabilidade dos pais, ou do aluno, se maior de 18 anos, garantir o tempo necessário para o deslocamento entre as instituições de ensino e comparecer à instituição que ofertará o curso técnico munido dos documentos necessários para efetivar a matrícula dentro do prazo estabelecido, caso seja contemplado com a vaga, após a divulgação do resultado. O não comparecimento dos pais do aluno classificado, ou do próprio aluno, caso seja maior de idade, na instituição de ensino que oferecerá o curso técnico com a documentação exigida no prazo estabelecido para a efetivação da matrícula implicará a perda da vaga.

Documentos necessários para a matrícula: original e cópia da Certidão de Nascimento; original e cópia de carteira de identidade; original e cópia do CPF do próprio aluno (inclusive menores); dois retratos 3x4; Certificado de reservista ou de alistamento militar (maiores de 18 anos do sexo masculino); original e cópia do Título de Eleitor e declaração da unidade escolar comprovando série.
 

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Aula Inaugural mestrado Uniplac

MESTRADO


Aula Inaugural do Mestrado UNIPLAC trouxe reflexões sobre a Educação

O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação - Mestrado Acadêmico realizou na noite de ontem, dia 02 de abril, a aula inaugural do curso, no Centro de Ciências Jurídicas – CCJ UNIPLAC.

Os participantes, egressos do Mestrado em Educação, a alunos da nova turma de 2012 e acadêmicos do curso de graduação de Licenciaturas da UNIPLAC foram recepcionados pela Coordenadora do Programa de Mestrado, a Profa Dra. Maria de Lourdes Pinto de Almeida e pelo Reitor da Universidade Elson Bastos.

A Profa Dra Maria de Lourdes exaltou a presença da palestrante: “é um orgulho ter uma Lageana tão referenciada com suas obras, base dos estudos dos mestrandos, agora ministrando em nossa aula inaugural”. 

O tema “Educação escolar e justiça social” foi abordado pela Profa Dra. Ione Valle da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC. A pesquisadora da UFSC disse se tratar de um tema desafiador: “um tema que oferece novas lentes para olharmos a escola e as novas perspectivas abordadas acerca dela”. 

O assunto também se apresentou como um propulsor, já que a ligação entre educação e justiça social, analisada através dos tempos, permite a observação de diversas esferas, não só didático-pedagógicas, mas a sociedade como um todo, o que resulta em novas reflexões e, por consequência, a melhor atuação e adequação da educação nas sociedades modernas. 
As aulas do mestrado, para a turma 2012, com 25 alunos, iniciam neste mês de abril e o curso tem duração total de cerca de um ano.

Publicado em 03/04/2012 por Assessoria de Comunicação Social.


domingo, 4 de março de 2012

Ministra entrega IFSC de Lages

Ministra entrega IFSC de Lages




Lages, 3 e 4/03/2012, Correio Lageano















Depois de mais de um ano em funcionamento, o Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC/Lages) foi entregue oficialmente, ontem à noite, à comunidade. O ato foi realizado no auditório da instituição, que ficou lotado. Chegando com um hora de atraso, a ministra da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Ideli Salvatti, veio a Lages especialmente para a cerimônia.


O campus de Lages funciona desde o segundo semestre de 2010, oferecendo cursos técnicos e dequalificação profissional públicos e gratuitos. A instituição fica no bairro São Francisco, em um terreno de 102 mil metros quadrados cedido pela Embrapa e tem 6,2 mil metros de área construída. O investimento do Governo Federal foi de aproximadamente R$ 7 milhões.


 São 12 salas de aula e 26 laboratórios disponíveis para 553 alunos já matriculados em 13 cursos. Trabalham no Campus Lages do IFSC 21 professores e 21 técnicos administrativos. Já foram realizados 11 projetos de pesquisa e sete de extensão. A projeção é de que, quando estiver em pleno funcionamento, o campus atenda a 1,2 mil alunos.


A entrega do campus marca do fim das obras de urbanização do entorno do prédio, que incluem muro, estacionamento e quadra de poliesportiva, dentre outras melhorias. “O prédio já estava pronto, mas optamos por entregá-lo à comunidade quando tudo estivesse concluído”, destacou a diretora-geral da instituição, Raquel Matys Cardenuto.


A reitora do IFSC de Santa Catarina, Maria Clara Schneider, disse que o campus de Lages representa um avanço na educação e qualificação profissional dos moradores. Ela lembrou que Santa Catarina possui, hoje, 19 unidades em funcionamento, com cerca de 14,2 mil alunos matriculados e 1,6 mil servidores. Além de Lages, na Serra Catarinense o IFSC tem uma unidade em Urupema.


O prefeito de Lages, Renato Nunes de Oliveira, destacou a importância da unidade. Para ele, a instituição contribui para o desenvolvimento do município através da educação e qualificaçãoprofissional. “Queremos parabenizar o governo Federal por trazer esta escola para cá”, disse.


Campus do IFSC em Lages


Cursos em andamento

* Técnico em Biotecnologia;

* Técnico em Agroecologia;

* Técnico em Informática;

* Qualificação Desenho Industrial: Básico, 2D e 3D;

* Qualificação Instalações Elétricas Residenciais e Prediais;

* Curso de qualificação Matemática Comercial e Financeira Básica sem o uso de Calculadoras Financeiras;

* Curso de qualificação Pós-colheita de Frutas e Hortaliças;

* Curso de qualificação Noções de Cosmetologia;

* PROEJA - Auxiliar em Agroecologia.

Curso futuro

* Técnico em Eletromecânica.


Foto: Adecir Morais

domingo, 27 de novembro de 2011

Reflexão sobre a história da educação brasileira

E sobre a história da Educação: A LDB 9394/96, Lei que rege todo ensino é fruto de um contexto em que as políticassofriam a investida de orientações conhecidas como neoliberais, advindas de organismos internacionais.Na década de 80, as idéias educacionais passava pelo processo de redemocratização. quando o estado ditatorial foi submetido a pressões da maioria da população brasileira que culminou nas discussões do projeto de
 Lei. Na década de 90, a imposição das questões econômicas neoliberais se tornou mais dominante.Neste período portanto a LDB pode ser entendida apenas como resultado de uma tendência, mas de relações de forças existente no Brasil da qual a maioria dos professores participaram deste processo.Um dos elementos chaves na análise de políticas educacionais foi: a crítica, discutida e gestada pelo então Prof. DEMERVAL SAVIANI em sua produção Pedagogia Histórico Crítica, cujos fundamentos estão nas idéias marxistas de MARX.Em contrapartida, a educação deveria vir pautada nos ideais NEOLIBERAIS que buscava operar a crise estrutural do capitalismo, na privatização dos bens e serviços produzidos pelo Estado.Após queda do bloco soviético, diziam que as idéias de Marx em o CAPITAL estavam ultrapassadas, porém toda fundamentação teórica que pautavam os fundamentos da política educacional brasileira baseava-se em Marx.Neste debate entre para que servia a educação e a cobrança do mercado capitalista de que a educação deveria preparar para o mercado de trabalho, surge a discussão do pós-moderno ou pós-crítico que defendia a superação da crítica nas análises da educação brasileira e surge novos conceitos a serem trabalhados como: identidade, alteridade, diferença, significação e discurso substituindo os conceitos de classe sociais, capitalismo, mercado de trabalho .Foi neste embate que surge a elaboração da LDB, na década de 90, existindo dois projetos distintos:o que foi amplamente discutido pela sociedade e aprovado na Câmara federal e o que foi encaminhando ao Senado pelo parlamentar Darci Ribeiro...continuarei discutindo a história da educação brasileira para entender como chegou até hoje e seus enfoques.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

PRONATEC

O PRONATEC curso de formação profissional e tecnológica para os jovens é resultado de ação do governo federal já pensado pela LDB, com recursos do Estado onde diz que se deve investir na formação profissional do ensino aos jovens das escolas públicas e técnicas do País. Nesta década os governos deverão investir nada menos que 25% da receita dos recursos arrecadados resultantes dos impostos pagos pela população em educação. A formação profissional da juventude não poderá estar separada da formação humana e social dos nossos jovens.Significa que a aprendizagem técnica tem que vir acompanhada da formação humana, da formação crítica e participativa deste jovens nos espaços públicos, pois sem isto nossos jovens serão apenas técnicos e não ampliaram sua formação na questão da filosofia, da sociologia e das ciências humanas.Este cursos com apenas objetivo para o mercado de trabalho terá que estar incluído em seus currículos, ementas, objetivos a formação social e política do jovem, acompanhado do espaço de aprendizagem pedagógica capaz de oferecer uma formação completa e integral àqueles que estão no processo de formação.

Cursos para os jovens

O atual Governo mais uma vez fazendo de conta que está fazendo um grande lançamento de cursos de capacitação para os jovens em Lages. O governo não sabe que os recursos são recursos da própria  população, esses cursos já fazem parte da formação profissional escrita na LDB, nada de novo, novo seria se estes jovens fizessem uma reflexão sobre sua própria formação, de não se deixar enganar por estes representantes da burguesia da classe dominante que não possui conhecimento e nem produção de alguma coisa útil para a sociedade. Quando este representantes que estão aí auxiliaram na produção de alguma coisa teórica para a educação, em Lages ou no Estado.Queridos jovens, aproveitem a oportunidade, mais não esqueçam que o governo só quer o voto de vocês para eles continuarem no poder. Começem a ler a LDB onde diz que a formação profissional do jovem é um direito e dever do Estado, recursos estes do pagamento dos impostos da população. Estudem, mais não deixe de ler Marx, Gramsci, Lukácks, Paulo Freire grandes pensadores que refletiram durante sua vida e escreveram suas obras baseados na realidade social de quem fez e viveu parte da história da humanidade.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Novo modelo de gerenciamento de compras amplia orçamento

Novo modelo de gerenciamento de compras amplia orçamento
Quarta-feira, 14 de setembro de 2011 - 17:12 Tweet - divulgue esta matéria no twitter De 2003 a 2010, o Ministério da Educação ampliou seu orçamento de R$ 19 bilhões para R$ 62 bilhões. Um dos fatores que contribuíram para esse crescimento foi o modelo de compras compartilhado, adotado pelo ministério a partir de 2005. Esta foi uma das principais constatações feitas pelo secretário executivo do MEC, José Henrique Paim, durante o seminário Gestão de Compras Governamentais: a experiência da educação, que se realizou nesta quarta-feira, 14, das 9h às 16h, no hotel Royal Tulip, em Brasília.

Promovido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), em parceria com o Ministério da Educação e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o seminário tratou do novo modelo gerencial de compras desenvolvido pelo MEC e FNDE, com a utilização de registro de preços nacional. “O que está se vendo aqui é uma inovação profunda em gestão de processos, e o mais importante é a possibilidade de replicar os resultados”, disse o empresário Jorge Gerdau, presidente do conselho do Movimento Brasil Competitivo.

Modelo – Em sua palestra, o secretário-executivo do MEC afirmou que o modelo de compras da área educacional se baseia na medição dos indicadores da rede de educação pública; na análise desses dados; na definição dos critérios de atendimento dessa rede; no planejamento das compras; em audiências públicas, para melhor especificação dos produtos; no estudo do mercado fornecedor e definição do formato do pregão; e na realização do pregão eletrônico para registro nacional de preços.

“Além da uniformidade dos procedimentos, da padronização dos produtos e serviços, da racionalização dos processos e da redução dos custos operacionais, o modelo permite ganho em função da economia de escala, controle mais eficiente dos gastos, transparência e celeridade”, afirmou Paim.

Para o presidente do FNDE, José Carlos Freitas, o resultado das compras também beneficia estados e municípios, que podem adquirir os produtos por meio da adesão aos pregões eletrônicos de registro de preços feitos pela autarquia. Segundo Freitas, é fundamental ao bom resultado do processo de compras a atuação de parceiros como a FGV, no estudo do mercado, e o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), no controle e acompanhamento de qualidade dos produtos adquiridos.

Assessoria de Comunicação Social do FNDE

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Sistema usado pelo MEC é visto como modelo para compras governamentais
Palavras-chave: gestão da educação, compras governamentais, FNDE

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

TODOS PELA EDUCAÇÃO COMEMORA 5 ANOS COM 5 METAS E 5 BANDEIRAS

Objetivo central é a garantia da Educação de qualidade para todas as crianças e jovens

Da Redação do Todos Pela Educação
O Todos Pela Educação comemora, nesta terça-feira (6), cinco anos de sua fundação. Com 5 Metas claras e 5 Bandeiras que sugerem ações práticas pela melhoria da Educação. O movimento reúne diferentes segmentos da sociedade civil, entre pesquisadores, educadores, comunicadores, empresários que querem a garantia da Educação de qualidade para todas as crianças e jovens.
Esse grande objetivo, com prazo de cumprimento até 2022, ano do Bicentenário da Independência, foi traduzido em 5 Metas, monitoradas anualmente no relatório "De Olho nas Metas":
Meta 1: Toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola
Meta 2: Toda criança plenamente alfabetizada até os 8 anos
Meta 3: Todo aluno com aprendizado adequado à sua série
Meta 4: Todo jovem com Ensino Médio concluído até os 19 anos
Meta 5: Investimento em Educação ampliado e bem gerido

Desde 2010, o movimento adotou 5 Bandeiras, as mais urgentes para a melhoria da qualidade da Educação:
Bandeira 1: Formação e carreira do professor
Bandeira 2: Definição das expectativas de aprendizagem
Bandeira 3: Uso relevante das avaliações externas na gestão educacional
Bandeira 4: Aperfeiçoamento da gestão e da governança da Educação
Bandeira 5: Ampliação da exposição dos alunos à aprendizagem

O Todos Pela Educação atua com a crença de que, diante da dimensão do desafio e do déficit histórico da Educação no Brasil, apenas a ação dos governos não será suficiente.
A participação dos diversos segmentos da sociedade, reunidos em torno de metas comuns e alinhadas com as diretrizes das políticas públicas educacionais, é fundamental para promover o salto de qualidade de que a Educação Básica brasileira necessita.
Alguns dos projetos realizados
Nestes anos de atuação, o movimento mobilizou diferentes setores da sociedade civil. Entre eles estão os radialistas, que receberam 289 peças falando sobre a qualidade da Educação, entre dicas, spots, vinhetas e jingles do projeto "No Ar: Todos Pela Educação".
Também foram realizadas campanhas para sensibilizar a população, que contaram com filmes como o "Eu Voto na Educação" e "Um Bom Professor, Um Bom Começo".
Outro foco do Todos Pela Educação é a informação. Por isso, diariamente é enviado o Boletim Notícias do Dia, com as principais matérias e reportagens, a cerca de 3 mil internautas. Já o Boletim do Todos Pela Educação leva análises, entrevistas e as principais ações do movimento a cerca de 9 mil leitores.
fonte mec

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

MANIFESTAÇÃO NO DESFILE CÍVICO EM LAGES

Professores da EEB Belisário Ramos fizeram manifestação com faixas e cartazes durante o desfile cívico na Av. Camões , no Bairro Coral. Com objetivo de conscientizar a população de que a realidade da educação pública em Santa Catarina, após greve, ainda continua de LUTO. Nossa manifestação, sob ameaça, chamou atenção daqueles que acreditam que educação em seu conceito real não vive de aparência, nem de palanque, mas no cotidiano escolar, nas reflexões e projetos dos educadores. Nosso vestir-se de preto e camisas faz parte de um processo de chamar atenção das autoridades, parem de mentir e enrolar.Educação não é atender os alunos , mas conscientizar os mesmos da que questão política de nosso país, da nosso coronelismo da região serrana que se aproveita das poucas condições sociais da população para manipular, com o assistencialismo comprar seus votos. Nossa luta não é só pela questão do PISO SALARIAL, mais é uma luta por uma compreensão maior do processo histórico da região serrana.Nosso povo precisa de cultura, de leitura, de conhecimento, de saber, de livros, de reflexão.Não precisamos de uma classe política atrasada e autoritária, nem de uma impressa vendida.Nossa LUTA continua na rua, na escola e  nos movimentos populares.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

“choque de gestão” na educação

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

O “choque de gestão” na educação e a mídia política.

O governo Sérgio Cabral anunciou no dia 2 de janeiro pelo jornal o Globo uma proposta de superar de uma vez por todas o déficit no investimento na educação estadual. A proposta política é anunciada com fanfarras. Diz o governador:
"O Rio será um dos cinco melhores da educação e as coisas começarão a mudar logo no começo do ano".
O slogan da campanha é dúbio e gira em torno de dois termos: “Choque de Gestão” e “Pente Fino”.
 O “choque de gestão” elaborado por Wilson Risolia, secretário de educação, consiste em mudar o processo de escolhas dos diretores de escola. Ao invés de indicações “políticas” feita pelo sindicato dos professores, é prometido a realização de provas enquanto exame de seleção. Pois bem, uma proposta que promete elevar o Estado do Rio de Janeiro a um dos cinco melhores da educação não toca em nenhuma proposta de valorização salarial dos professores e funcionários, não menciona plano de carreira. O governo Sérgio Cabral tem preferido esconder o seu evidente fracasso na gestão da educação, e, além disso, aprofundar o fracasso, camuflando-o com o slogan midiatico de um “choque de gestão” que não menciona a valorização da carreira de profissionais que recebem um salário indigno, e também o evidente fracasso de seu primeiro governo em lidar com a educação.
Ainda não mencionei o segundo slogan. O primeiro se encarrega de “eximir” o próprio governo da responsabilidade para com uma educação que é consenso na sociedade fluminense, quanto a seu caráter precário e a necessidade de uma mudança efetiva. Se o primeiro slogan exime o governo de toda culpa em um verdadeiro ato de “auto-perdão”, o segundo põem justamente no professor a culpa pelo péssimo estado de coisas em que a educação estadual se encontra. O mencionado pente fino é uma manobra da mídia política para fazer aquilo que ela faz melhor, desviar as atenções:
“O "choque de gestão" anunciado por Cabral implica também em uma operação pente-fino sobre os cerca de oito mil professores da rede estadual afastados das salas de aula por problemas de saúde física ou mental”.
Novamente, uma iniciativa política medíocre é anunciada pela mídia com grande estardalhaço: “Será um teste de fogo para a nova política de Cabral”. O pente-fino nos professores afastados por motivos de saúde, coloca justamente sobre os professores, a culpa na má qualidade da educação estadual, enquanto o governo se encarrega de redimir o problema com o seu choque milagroso, que o exime de qualquer responsabilidade e não anuncia nenhuma proposta significativa em termos de ampliação de investimentos. “A Secretaria vai contratar uma empresa privada para analisar as licenças médicas concedidas", disse Wilson Risolia. Esta aí a receita para o Rio de Janeiro se tornar o melhor estado brasileiro na qualidade da educação! Ao invés de propor ampliação de investimentos e aumento salarial, o governo Cabral promete bonificações irrisórias aos professores, após deslegitimar com sua linguagem política midiatica, as reinvidicações legítimas daqueles que se interessam por uma educação que dignifique o nosso povo, permita a ampliação das oportunidades e a conscientização de nossa juventude quanto aos seus direitos.
Um governo que demonstra este descaso para com a educação e o encobre sob a máscara de slogans midiáticos grandiloquentes revela uma dupla falta de perspectiva e de projeto quanto ao estado do Rio de Janeiro. Primeiro: O desenvolvimento de conhecimento e ciência e tecnologia é nos tempos contemporâneos um verdadeiro imperativo do desenvolvimento econômico, aonde a qualificação da força de trabalho se apresenta enquanto um desafio paradigmático para uma proposta real de melhoria da qualidade de vida da população do estado. Segundo: A garantia de uma vida grata e pacífica para a população de nosso povo não pode acontecer sem uma tomada de consciência do povo trabalhador quanto aos dilemas coletivos que impedem a realização da extensão de uma vida digna a todos. Pois bem, a educação não é apenas uma premissa do desenvolvimento econômico, é também a garantia da liberdade e da dignidade de um povo. Um governo que não apresenta propostas significativas quanto a temas tão cruciais para o porvir de nosso estado deve ser duramente criticado. Para aqueles a quem falta a coragem, o convite está lançado.   

Postado por Pedro MMjr.

Por Lucas Machado

Fonte: http://sinalpreto.blogspot.com/2011/02/o-choque-de-gestao-na-educacao-e-midia.html